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De volta à vida

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Por um bom tempo deixei o blog às moscas. Peço desculpas aos amigos pela indesculpável demora. Farei o possível para postar mais daqui a diante.

Ultimamente este blog recebeu uma quantidade imensa de comentários, incluindo spams e ofensas de um ateu maluco (por mais pleonástico que pareça) e de uma ruma de protestantes acéfalos. Não participei destas discussões simplesmente porque estas pessoas não têm a intenção de discutir, somente de descarregar suas mediocridades que escutam de algum pastor qualquer ou lêem nestes textos sem fontes pela internet.

Tudo isso só reforça a trágica realidade em que vivemos, o mundo desfere ininterruptamente golpes contra a Igreja e a inteligência, de maneira que já praticamente não se encontram católicos ou pessoas arrazoadas, a crise é terrível, imensurável. Rezemos pelo mundo que desmorona. 

“Nem todo aquele que me diz ‘Senhor, Senhor’ entrará no Reino dos Céus, mas sim aquele que pratica a vontade de meu Pai que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não foi em teu nome que profetizamos e em teu nome que expulsamos demônios e em teu nome que fizemos muitos milagres? Então, sem rodeios, eu lhes direi: Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim vós que praticais a iniqüidade” Mateus 7, 21-23

Raptores e raptadas

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As idéias do “reformador” sobre o matrimônio nos revelam a podridão moral dele e da sociedade de então em plena decadência e sem freio moral.

Numa atividade furibunda, febril, parecendo ex­citada pelo próprio demônio, Lutero multiplica pasquins dirigidos a todos, seculares e religiosos, homens e mulheres sem exceção. Leram-nos uns por curiosidade, atraídos pelo tom inflamado do estilo e, outros, por perversidade, a fim de com os maus levar avante a infernal Reforma.

Até mesmo nos conventos as doutrinas perversas penetraram.

Lutero considerava a castidade como um milagre, conforme escreveu ao prior de Lichtemberg: “Os votos religiosos, escreve ele, são nulos, pois exigem o impossível. A castidade não está em nosso poder, como não está a faculdade de fazer milagres. O homem não pode vencer a inclinação natural ao casamento. Quem quiser ficar solteiro deve depor o título de homem e provar que é um anjo ou um espírito, pois Deus não concede isto a um homem”.

O pobre prior, que por fraqueza sentia imenso desejo de depor o jugo divino, seguiu o conselho de Lutero e afinal se casou.

Tais doutrinas atraíram certas monjas ou falsas freiras, que haviam abraçado a vida claustral, sem vocação, por interesse ou por desgosto do mundo, achando elas na doutrina do falso frade um meio de se libertarem de um fardo que não podiam suportar, pois haviam abraçado a vida claustral sem vocação, por interesse ou por desgosto.

Havia em Nimbschen, perto de Grimnia, um convento de Cistercienses, onde imprudentemente as superioras haviam admitido moças mundanas, que ali procuravam antes salientar-se do que santificar-se.

Umas dentre elas entraram em entendimento com Lutero, que as aconselhou a deixarem o convento e a se reunirem perto dele afim de se casarem.

O reformador organizou um rapto, que confiou a seu amigo Leonardo Koppe mestre na arte.

Na quarta-feira Santa de 1523, com 16 companheiros, já invadira ele o convento dos “Franciscanos de Torgan”, lançando por cima do muro os religiosos que se haviam oposto e arrancando portas e janelas, porque os Franciscanos não aceitaram a reforma, nem a liberdade proposta.

Koppe, sob as ordens de Lutero, preparou para as monjas de Nimbschen uma fuga dramática.

No Sábado de Aleluia entrou no convento com um carro coberto, cheio de mercadorias, para a provisão das religiosas.

As monjas rebeldes ficaram de sobreaviso e tomaram as suas providências.

Enquanto descarregavam a carga, 12 monjas sorrateiramente ocuparam o caminhão vago, sem que o resto da comunidade desse pela evasão das luteranizadas, que seguiram para Wittemberg, onde foram acolhidas por várias famílias protestantes.

Lutero intitulou Koppe de “Bem-aventurado ladrão” e o comparou ao Cristo que também, tal um vencedor sublime, havia arrancado o seu reino das garras do príncipe do mundo. O pastor Amsdorf ofereceu logo uma das fugitivas em casamento ao vigário apóstata, dizendo como se se tratasse de coisa qualquer: “se quiseres uma mais nova, podes escolher entre as mais belas.” (Kolde Analecta Lutherana, p. 413).

O que nos dizem os contemporâneos sobre a moralidade destas infelizes egressas às quais se havia pregado a inutilidade das boas obras e a irresistibilidade da concupiscência, é realmente doloroso e humilhante. (Leonel Franca: Lutero e o sr. Fr. Hansen).

Melanchton, referindo-se às relações de Lutero com estas infelizes decaídas, deplorava a sua influência amolecedora, por si capaz de baquear os caracteres de mais rija têmpera.

Outro luterano, Eoban Esse, afirmava em 1523 que tais apóstatas não se deixavam vencer, em lascívia, por nenhuma cortesã. (Nulla phyllis nonnis est nostri mam­mosior – Epist. fam. Morpugi p. 87).

Entre as egressas, saídas do convento por influência de Lutero, se achava Catarina de Bora.

“Sem ser uma beldade, diz Grisar, Catarina ambicionava esposar Lutero ou Amsdorf”. Para ilaquear o seu preferido, multiplicou as armadilhas da astúcia feminina.

Pelas referências contemporâneas, os precedentes de Catarina não recomendavam muito sua moralidade.

A 10 de Agosto de 1528, Joaquim de Heyden escrevia à própria Catarina, recriminando-lhe o haver entrado em Wittemberg, como uma bailarina, e de aí ter vivido com Lutero, antes do casamento, como uma miserável decaída. (Enders Vol. VI p. 331).

Em 1523 já estivera em relações amorosas com Jerônimo Baumgastner, que mais tarde (1529) se casou com outra.

No mesmo ano (1523) Cristiano, rei da Dinamar­ca, desterrado, passou em Wittemberg e ai conheceu Catarina, que deste encontro conservou como lembrança significativa o presente de um anel. (Koestlin: Luther I. p. 728).

Eis os predicados de tal “nobre senhora, digna de todo respeito, pelos seus dotes de espírito e de coração”, tal como os protestantes o pretendem.

Vê-se logo, pelos fatos, que Catarina era uma criatura viciada, namoradeira, à cata de casamento, pouco diferindo de uma mulher perdida.

E Lutero se deixou “fisgar” por ela. É a palavra de Melanchton.

Qual teria sido a vida e quais as relações de Lutero e de Catarina, antes do casamento?

Pelo que vimos atrás descrito sobre a sua vida e os excessos praticados em Wittemberg, é difícil conjecturá-lo, se bem que a história não o relate, pois são coisas que não se descrevem e que o pouco de vergonha nele ainda existente o impedia divulgar.

Escrevendo a Ruhel, conselheiro de Mansfeld, o reformador disse: Se puder, a despeito do demônio, ainda hei de casar com Catarina. (De Wette II. p. 655).

Todas as suas liberdades com ela transpareciam em público e davam pasto às murmurações e comentários desfavoráveis. O apóstata resolveu por termo a todos os boatos, pela realidade do fato.

No sermão sobre o matrimônio Lutero havia dito: Do mesmo modo que não está em meu poder deixar de ser homem, assim também não posso viver sem mulher, e isto me é mais preciso que o comer e beber.

Considerando uma necessidade, o reformador quis satisfazê-la, e decidiu tomar por companheira a “sua” Catarina, a ex-monja Cisterciense.

A Verdade sobre Lutero – 1. Castidade e casamento – Castidade e casamento

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   Lembremos-nos do que Lutero era no interior, julgando-o, pelas suas próprias palavras, crapuloso, entregue aos prazeres da mesa e da voluptuosidade.
   Havia anos que o reformador, em nome da liberdade evangélica, entrara no caminho da libertinagem, abolindo os votos religiosos e convidando monges e monjas a abandonarem os seus conventos, a renegarem os seus votos, especialmente o de castidade, palavra sem sentido e aspirações sem realidade para o reformador.
  Afinal começou a exaltar o matrimônio e a fazer acreditar que a Igreja Católica considera como pecados mortais todas as palavras e ações das pessoas casadas.
   Nenhum católico jamais acreditou nesta absurda doutrina, pois em parte alguma a vida conjugal é considerada tão altamente e tida como tão santa e sagrada, como na Igreja Católica. Apreciando a castidade do estado virginal, como sendo mais excelente e espiritualmente mais desejável do que a vida matrimonial, a Igreja não rebaixa a esta última, mas apenas repete os ensinamentos positivos de Jesus Cristo e de S. Paulo: – Todo aquele que tiver deixado… mulher… por amor de meu nome, receberá o cêntuplo neste mundo e a vida eterna. (Mat. XIX. 29).
   Quem dá a sua filha em casamento faz bem; mas quem não a dá faz melhor. (1 Cor. VII, 38).
   Vejamos aqui a tríplice mudança que Lutero introduziu no matrimônio. Em primeiro lugar, na Igreja o Matrimônio é um Sacramento. Lutero tirou-lhe o seu caráter sacramental, secularizando-o inteiramente… dando-lhe menos valor que ao contrato civil hodierno.
  Para ele, casar é uma coisa externa, necessariamente, tanto quanto o comer, o beber e o dormir. (Erlangen XVI. p. 519). Por isso, o reformador tira esta bela conclusão: “Como eu posso comer, beber, dormir, passear, cavalgar, negociar e tratar com um pagão, judeu, turco e herético, assim também posso casar e permanecer como casado”.
(Erlangen p. 205).
   Em segundo lugar, Lutero, e não a Igreja, é quem ensinou que o matrimônio era inevitavelmente pecado. Eis a curiosa expressão dele: “A obrigação matrimonial nunca é desempenhada sem pecado”. (Weimar vol. XX. 2 p. 304).
  Este pecado, que ele atribui aos casados, é descrito por ele como “não diferindo em nada, por sua natureza, do adultério e da fornicação”. (Ibid. vol. VIII p. 304). Para completar o absurdo da sua doutrina, ele acrescenta que o pecado necessariamente cometido pelos casados, nada vale perante a misericórdia de Deus, “visto ser impossível evitá-lo, embora sejamos obrigados a abster-nos dele”. (Ibid. p. 654).
   Parece a loquacidade de um bêbado, de um louco a falar sem lógica e sem saber o que diz. Imaginem: um pecado – que não se pode evitar – mas que é, entretanto, proibido!… Só mesmo Lutero para imaginar três contradições tão ridículas e vergonhosas.
   Em terceiro lugar, Lutero considera o casamento como uma rigorosa obrigação, apoiando-se erradamente sobre a bênção de Deus, no paraíso, que ele interpreta como
lei universal: Crescei e multiplicai-nos, palavras dirigidas, por certo, a homens e irracionais, mas não como uma ordem a todo indivíduo em particular e, sim à espécie humana que, pela fecundidade e expansão, devia propagar-se e encher a terra.
  Deste modo, Lutero criou um novo mandamento, colocando-se em oposição às palavras de N. Senhor e de S. Paulo já citados, que recomendam altamente a virgindade, mas não impõem este estado como preceito. Numa carta ao Arcebispo Alberto, em 2 de junho de 1525, ele explica assim a sua lei, até então desconhecida: “É uma coisa terrível para um homem achar-se sem mulher na hora da morte. Ele deve ter ao menos a intenção e a resolução de se casar”.
   Que horror! Que há de fazer um moribundo? Só se casando na outra vida, apesar da palavra do mestre: Na ressurreição, nem os homens terão mulheres, nem as mulheres terão maridos: mas serão como os anjos de Deus rio céu. (Mat. XXII. 30).
  Lutero continua: “Que resposta dará ele ao Altíssimo Deus, quando Este perguntar: “Eu te fiz homem, não para estares só, mas teres mulher. Onde está a tua mulher?”
   Eis Lutero reformando a S. Paulo, que disse: É bom que o homem não tome mulher. (Cor. VII. 1). Ele continua descaradamente a expor suas opiniões casamenteiras,
infringindo todas as leis do pudor: “A palavra de Deus e a sua obra são evidentes: a mulher deve ser usada para o matrimônio ou para a luxúria”. (Erlangen. vol. 61, pág. 6).

A verdade sobre Lutero

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O mundo moderno, por ter expulsado Nosso Senhor de seu merecido lugar, carece de modelos. E como a presença de homens de expressiva vida, de egrégia memória nos são como que naturalmente necessária o mundo cria seus próprios “modelos”, os novos “santos”, plenos de conformidade com o século, coerentes com o mundo moderno; distantes da vida de um verdadeiro cristão.

Um destes homens é Lutero, recentemente laureado com um filme romântico sobre sua vida.

Creio firmemente que lá das profundezas do inferno, Lutero ocupa um lugar muito “honroso” para seu grupo de lá de baixo, mesmo porque o mal que realizou em vida teve uma proporção irreparável, digna de poucos que passaram por esta terra.

Pouco se conhece, no entanto, de sua vida. Por isso inicio hoje um pequeno estudo sobre este malfadado monge alemão que transcreverei em poucos posts, ajudado sobretudo pelos escritos do Pe. Júlio Maria sobre o assunto.

Nada inventarei aqui, pois a história, sendo a reprodução de realidades vividas e objetivas, não se forja assim de repente. Consultarei autoridades antigas, historiadores sérios, católicos, protestantes e até o próprio Lutero.

A católicos e protestantes muito se aproveitará a leitura destes textos. Para os primeiros ele será um relâmpago e para os segundos, um trovão. O relâmpago projeta claridade, o trovão faz tremer os mais valentes. Precisam os católicos de luz, para se precaverem contra o erro protestante; os protestantes necessitam de trovão, para acordarem do sono dos seus ensinos falhos.

Eis-nos perante uma destas conclusões, verdadeiro dilema: ou Cristo é mentiroso, ou Lutero é falso, pois ambos, como haveremos de verificar, se contradizem reciprocamente em toda a linha.

Recesso até o dia 20

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Caros amigos e visitantes, estou viajando hoje, às 16h (17h no horário de Brasília) com destino a Montevidéu, no Uruguai. Lá participo (no dia 17 de janeiro) da celebração do Matrimônio de Rosa Clara Elena e meu mui caro amigo e sócio Carlos Nougué.

Deixarei para uma outra data a devida atenção às consequências desta bela e esperada união, que a meu ver fará um grande bem à intelectualidade católica no Brasil(Eles morarão no Brasil).

Devo retornar por volta do dia 20 deste mês de janeiro, se tudo ocorrer como espero e as autoridades policiais não derem uma outra interpretação para a inofensiva erva de tereré que levarei comigo, já que uma semana é um prazo um tanto pequeno para passar longe de meu único vício.

Aos que ficam, o meu abraço e minhas orações. Não se esqueçam da alma deste pobre que vos escreve. Tenham-me sempre em NSJC.

Até a volta.

Pasteur e os Universitários

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Louis Pasteur foi um dos maiores, senão o maior cientista século XIX.

Suas descobertas contribuíram imensamente com a humanidade. Assim foi ele quem demonstrou, para a tristeza de evolucionistas e assemelhados, a impossibilidade da geração espontânea. Foi ele quem elaborou o método da pasteurização do leite, dos vinhos e da cerveja.

Foi também ele quem começou a vacinar rebanhos de animais contra doenças que os dizimavam. Além disso foi Pasteur quem descobriu que muitas pessoas morriam em cirurgias porque os médicos não esterilizavam as mãos e ensinou-os a isso fazer com água e cal, sendo que a partir de então a limpeza das mãos dos médicos é medida que continua sendo feita, salvando-se inúmeras vítimas.

E, talvez, o maior feito cientifico foi a vacina anti-rábica. A raiva condenava à morte atroz quem fosse, por exemplo, mordido por um cão raivoso. Com a descoberta de Pasteur, muitos salvaram suas vidas, e com a vacinação, os cães passaram a não ficar mais raivosos.

No fim de sua vida, o cientista era um nome consagrado pela França e pelo mundo. Foi então que aconteceu um singelo acontecimento:

Voltava Pasteur para Paris, de trem, e, homem de Fé Católica robusta, rezava o seu Rosário. Foi quando alguns jovens universitários entraram no trem.

Vendo-o a rezar com seu terço nas mãos, aproximaram-se dele e começaram a debochar: “aonde já se viu, um velho a rezar o terço” diziam, ou “em plena época de triunfo da ciência já não se concebe uma cena dessas”, ou “certamente o senhor nada conhece das ciências” e, assim por diante.

Pasteur não se alterou e entabulou uma conversa com os jovens. Perguntou-Ihes de onde eram, para onde iam, o que faziam. Diante da resposta que eram futuros cientistas levou a conversa para esse lado e assim chegaram a Paris. Antes de se despedirem disseram que gostariam de se rever. Pasteur logo concordou em se reverem e deu-Ihes o seu cartão de visita.

Ao verem de quem se tratava, os jovens ficaram estupefatos. O cientista lhes dera uma resposta curta e prática de como a ciência verdadeira conduz a Deus e de como a oração é importante, também para um grande cientista como ele.

Oração de Santo Tomás de Aquino para antes dos estudos

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Doutor Angélico    Quem é Deus? – perguntava o pequeno Tomás (ainda com cinco anos), puxando a longa manga do hábito de um venerável monge de Monte Cassino. A resposta convencional não satisfazia o desejo de saber daquele “frade” em miniatura. Seu pensativo silêncio não era de assentimento… E corria para junto de outro religioso: “Frei Mauro, quem é Deus?”
    Este diminuto “monge” era o futuro Santo Tomás de Aquino, Doutor da Igreja que ilumina os firmamentos da Teologia até hoje, com sua inteligência transbordante de Fé.
    Onde foi ele buscar tanto saber? De onde lhe vinha sua memória privilegiada? De quem herdara inteligência tão genial?
    Confessava humildemente Santo Tomás ter aprendido mais em suas longas preces diante do Ssmo. Sacramento do que nos livros de teologia. A oração por ele composta é um reflexo de sua grande despretensão.

    Criador inefável, que, em meio aos tesouros de vossa Sabedoria, elegestes três hierarquias de Anjos e as dispusestes em uma ordem admirável acima dos Céus, que dispusestes com tanta beleza as partes do universo, Vós, a quem chamamos a verdadeira Fonte de Luz e de Sabedoria, e o Princípio supereminente, dignai-Vos derramar sobre as trevas de minha inteligência um raio de vossa clareza. Afastai para longe de mim a dupla obscuridade na qual nasci: o pecado e a ignorância.
    Vós, que tornais eloqüente a língua das criancinhas, modelai minha palavra e derramai nos meus lábios a graça de vossa bênção.
    Dai-me a penetração da inteligência, a faculdade de lembrar-me, o método e a facilidade do estudo, a profundidade na interpretação e uma graça abundante de expressão.
    Fortificai meu estudo, dirigi o seu curso, aperfeiçoai o seu fim, Vós que sois verdadeiro Deus e verdadeiro homem, e que viveis nos séculos dos séculos.
    Amém.

Aprendendo com Pe. Pio

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Um de seus filhos espirituais tenta confortá-lo com relação às perseguições a que ele era vitima, dizendo: “Pai, perdoai-lhes, eles não sabem o que fazem”. Padre Pio respondeu: “Desgraçadamente eles sabem o que fazem”.

Que pancada! E é exatamente assim que vejo em geral os religiosos de hoje, não agem de boa Fé, por simples ignorância, eles combatem mesmo a Verdade. Que tristeza!

Pio XII e o Apostolado leigo

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Ao denunciar os erros, desvios, absurdos cometidos pelo clero modernista, sigo a orientação do grande D. Guéranger: “Há no tesouro da revelação pontos essenciais, que todo cristão, em virtude do seu próprio título de cristão, necessariamente conhece e OBRIGATORIAMENTE HÁ DE DEFENDER”. Estou ainda acobertado pelo cânon 1325, que no seu § l°, obriga aos fiéis Cristãos a confessar publicamente a sua fé, e pelos apóstolos que diziam que não podemos deixar de falar: NON POSSUMOUS NON LOQUI.
Dessa forma apresento a todos um belíssimo texto do grande Papa de nosso século, Pio XII. Creio que seja exclusivo na internet em português.
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Sempre houve na Igreja de Cristo um apostolado dos leigos. Santos como o Imperador Henrique II; Estêvão, o criador da Hungria católica; Luís IX de França, eram apóstolos leigos, se bem que, no início, não se tenha sido cônscio disto, e que o termo apóstolo leigo ainda não existisse naquela época. Mulheres também, como Santa Pulquéria, irmã do Imperador Teodósio II, ou Mary Ward, eram apóstolos leigos.
Se hoje em dia esta consciência é despertada, e se o termo apostolado leigo é um dos mais empregados quando se fala da atividade da Igreja, é porque a colaboração dos leigos com a hierarquia nunca foi necessária até este ponto, nem praticada de maneira tão sistemática.
Essa colaboração traduz-se em mil formas diversas, desde o sacrifício silencioso oferecido pela salvação das almas, até à boa palavra e ao exemplo que força a estima dos próprios inimigos da Igreja, até à cooperação nas atividades próprias da hierarquia, comunicáveis aos simples fiéis, e até às audácias que se pagam com a vida, mas que só Deus conhece e que não entram em nenhuma estatística. Talvez que este apostolado leigo oculto seja o mais precioso e o mais fecundo de todos.
O apostolado leigo tem, aliás, como qualquer outro apostolado, duas funções: a de conservar e a de conquistar, ambas se impõem com urgência à Igreja atual. E, para o dizermos bem claramente, a Igreja de Cristo não cogita de abandonar sem luta o terreno ao seu inimigo declarado, o comunismo ateu. Este combate será prosseguido até o fim, mas com as armas de Cristo!
Pode-vos embora com uma fé ainda mais forte que a de São Pedro quando, ao chamado de Jesus, largou a sua barca e marchou sobre as águas para ir ao encontro do seu Senhor.
Durante estes anos tão agitados, Maria, a Rainha gloriosa e poderosa do céu, tem feito sentir nas mais diversas regiões da terra a sua assistência de maneira tão tangível e maravilhosa, que lhe recomendamos com confiança, ilimitada todas as formas do apostolado leigo.
Em penhor da força e do amor de Jesus Cristo, que se difundem também no apostolado leigo, concedemos a todos os que aqui vieram, e aos que trabalham no mundo inteiro, a Nossa paternal bênção apostólica(‘).
(1) Normas do Sumo Pontífice Pio XII, aos Participantes do II Congresso Mundial para o Apostolado dos Leigos, 5 de outubro, 1957.

Padres inventores

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Vire e mexe encontro algum maluco afirmando que a Igreja sempre foi um entrave para o progresso da humanidade e besteiras desse jaez. Espero que essa pequena compilação faça algum bem às almas e inteligências dos que ainda tem essa idéia distorcida e estão de boa fé.

Descendo das alturas teológicas e filosóficas para o campo das ciências e das descobertas, os padres ocupam, de novo, o primeiro lugar.

Entre centenas, citemos os mais conhecidos:

Os padres Oton e Ardoíno inventaram o alfabeto.

O padre Rogério Bacon inventou o telescópio.

O padre Zeucchi aperfeiçoou-o, em 1652.

O padre Humberto, o grande, inventou a bússola.

O padre Flávio, de Nápoles, aperfeiçoou-a.

O padre Tiago, de Vitry, aplicou-a à navegação.

O padre Cassiodoro, em 505, inventou o relógio.

O Papa Silvestre II fez o primeiro relógio de rodas.

O padre Pacífico, de Verona, inventou o relógio de bolso.

O padre Welogord, em 1316, fez o primeiro relógio astrológico.

O padre Alexandre Spina, dominicano, no 13º século, inventou o óculos.

O padre Magnon inventou o microscópio.

O padre Embriaco descobriu o hidro-cronômetro e o sismógrafo.

O padre Bertoldo Schwartz inventou a pólvora.

Dom Galeno, bispo de Munster, descobriu as bombas.

São Boaventura a teoria da termodinâmica.

Os padres Lona e Becaria descobriram as leis da eletricidade.

O padre Secchi, jesuíta, descobriu a análise espectral.

O padre Procópio Divisch, em 1759, descobriu o pára-raios, e não Franklin, que fez apenas aplicá-lo à proteção das casas.

O santo padre Beda descobriu as leis das marés.

O padre Gilbert introduziu os algarismos arábicos.

O padre Guido d’Arezzo inventou as notas musicais.

O padre José Joaquim Lucas, brasileiro, inventou o melógrafo, ou modo de escrever as notas e sinais que correspondem à escrita musical.

O padre Alberto, saxonio, imaginou as leis da navegação aérea.

O padre Bartolomeu de Gusmão, em 1720, fez a aplicação destas leis aos aerostatos, 60 anos antes de Mongolfier.

O padre Amaro, monge, foi o desenhador da célebre carta marítima, em 1456, que inclinou Colombo às suas explorações.

O padre Gauthier, em 1753, aproveitando as experiências de Papin, Dickens, Watt, inventou o moderno funcionamento da navegação.

O padre Nollet inventou as máquinas elétricas e descobriu a eletricidade nas nuvens.

O padre Raul, vigário de Sfax, é o verdadeiro inventor do submarino moderno.

Um padre dominicano, italiano, é o inventor das máquinas de compor, ou linotipia.

Os padres jesuítas são os descobridores do gás.

O padre Duen fundou, em 1715, a primeira fábrica de gás.

Foi um padre brasileiro quem inventou a máquina de escrever.

O padre Painton inventou a bicicleta, em 1745.

O padre Barrant, monge, descobriu o freio das locomotivas.

O padre cavalieri, jesuíta, inventou a policromia.

O bispo Regiomontanos, de Ratisbona, descobriu a teoria da imobilidade do sol e do movimento da terra em redor dele (em 1470). Isto é, 10 anos antes do padre Copérnico.

O padre Copérnico, polaco, achou o duplo movimento dos planetas sobre si mesmos e em volta do sol.

Os padres Ponce e Epée, beneditinos, estabeleceram o método da educação dos surdos-mudos, etc., etc…

O padre J. B. de La Salle foi o primeiro a fundar escolas livres.

O padre Fegenece foi o primeiro a praticar a gravura nas vidraças.

O cardeal Mezzofanti foi o maior conhecedor de línguas do século passado.\nO bispo Virgílio, de Salzburg, foi o descobridor da existência dos antípodas.

O padre Alberto Magno, dominicano, descobriu o zinco e o Arsênico.

O cardeal Régio Fontana inventou o sistema métrico.

O padre Lucas de Borgo é o inventor da Álgebra.