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A Verdade sobre Lutero – 1. Castidade e casamento – Castidade e casamento

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   Lembremos-nos do que Lutero era no interior, julgando-o, pelas suas próprias palavras, crapuloso, entregue aos prazeres da mesa e da voluptuosidade.
   Havia anos que o reformador, em nome da liberdade evangélica, entrara no caminho da libertinagem, abolindo os votos religiosos e convidando monges e monjas a abandonarem os seus conventos, a renegarem os seus votos, especialmente o de castidade, palavra sem sentido e aspirações sem realidade para o reformador.
  Afinal começou a exaltar o matrimônio e a fazer acreditar que a Igreja Católica considera como pecados mortais todas as palavras e ações das pessoas casadas.
   Nenhum católico jamais acreditou nesta absurda doutrina, pois em parte alguma a vida conjugal é considerada tão altamente e tida como tão santa e sagrada, como na Igreja Católica. Apreciando a castidade do estado virginal, como sendo mais excelente e espiritualmente mais desejável do que a vida matrimonial, a Igreja não rebaixa a esta última, mas apenas repete os ensinamentos positivos de Jesus Cristo e de S. Paulo: – Todo aquele que tiver deixado… mulher… por amor de meu nome, receberá o cêntuplo neste mundo e a vida eterna. (Mat. XIX. 29).
   Quem dá a sua filha em casamento faz bem; mas quem não a dá faz melhor. (1 Cor. VII, 38).
   Vejamos aqui a tríplice mudança que Lutero introduziu no matrimônio. Em primeiro lugar, na Igreja o Matrimônio é um Sacramento. Lutero tirou-lhe o seu caráter sacramental, secularizando-o inteiramente… dando-lhe menos valor que ao contrato civil hodierno.
  Para ele, casar é uma coisa externa, necessariamente, tanto quanto o comer, o beber e o dormir. (Erlangen XVI. p. 519). Por isso, o reformador tira esta bela conclusão: “Como eu posso comer, beber, dormir, passear, cavalgar, negociar e tratar com um pagão, judeu, turco e herético, assim também posso casar e permanecer como casado”.
(Erlangen p. 205).
   Em segundo lugar, Lutero, e não a Igreja, é quem ensinou que o matrimônio era inevitavelmente pecado. Eis a curiosa expressão dele: “A obrigação matrimonial nunca é desempenhada sem pecado”. (Weimar vol. XX. 2 p. 304).
  Este pecado, que ele atribui aos casados, é descrito por ele como “não diferindo em nada, por sua natureza, do adultério e da fornicação”. (Ibid. vol. VIII p. 304). Para completar o absurdo da sua doutrina, ele acrescenta que o pecado necessariamente cometido pelos casados, nada vale perante a misericórdia de Deus, “visto ser impossível evitá-lo, embora sejamos obrigados a abster-nos dele”. (Ibid. p. 654).
   Parece a loquacidade de um bêbado, de um louco a falar sem lógica e sem saber o que diz. Imaginem: um pecado – que não se pode evitar – mas que é, entretanto, proibido!… Só mesmo Lutero para imaginar três contradições tão ridículas e vergonhosas.
   Em terceiro lugar, Lutero considera o casamento como uma rigorosa obrigação, apoiando-se erradamente sobre a bênção de Deus, no paraíso, que ele interpreta como
lei universal: Crescei e multiplicai-nos, palavras dirigidas, por certo, a homens e irracionais, mas não como uma ordem a todo indivíduo em particular e, sim à espécie humana que, pela fecundidade e expansão, devia propagar-se e encher a terra.
  Deste modo, Lutero criou um novo mandamento, colocando-se em oposição às palavras de N. Senhor e de S. Paulo já citados, que recomendam altamente a virgindade, mas não impõem este estado como preceito. Numa carta ao Arcebispo Alberto, em 2 de junho de 1525, ele explica assim a sua lei, até então desconhecida: “É uma coisa terrível para um homem achar-se sem mulher na hora da morte. Ele deve ter ao menos a intenção e a resolução de se casar”.
   Que horror! Que há de fazer um moribundo? Só se casando na outra vida, apesar da palavra do mestre: Na ressurreição, nem os homens terão mulheres, nem as mulheres terão maridos: mas serão como os anjos de Deus rio céu. (Mat. XXII. 30).
  Lutero continua: “Que resposta dará ele ao Altíssimo Deus, quando Este perguntar: “Eu te fiz homem, não para estares só, mas teres mulher. Onde está a tua mulher?”
   Eis Lutero reformando a S. Paulo, que disse: É bom que o homem não tome mulher. (Cor. VII. 1). Ele continua descaradamente a expor suas opiniões casamenteiras,
infringindo todas as leis do pudor: “A palavra de Deus e a sua obra são evidentes: a mulher deve ser usada para o matrimônio ou para a luxúria”. (Erlangen. vol. 61, pág. 6).

A verdade sobre Lutero

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O mundo moderno, por ter expulsado Nosso Senhor de seu merecido lugar, carece de modelos. E como a presença de homens de expressiva vida, de egrégia memória nos são como que naturalmente necessária o mundo cria seus próprios “modelos”, os novos “santos”, plenos de conformidade com o século, coerentes com o mundo moderno; distantes da vida de um verdadeiro cristão.

Um destes homens é Lutero, recentemente laureado com um filme romântico sobre sua vida.

Creio firmemente que lá das profundezas do inferno, Lutero ocupa um lugar muito “honroso” para seu grupo de lá de baixo, mesmo porque o mal que realizou em vida teve uma proporção irreparável, digna de poucos que passaram por esta terra.

Pouco se conhece, no entanto, de sua vida. Por isso inicio hoje um pequeno estudo sobre este malfadado monge alemão que transcreverei em poucos posts, ajudado sobretudo pelos escritos do Pe. Júlio Maria sobre o assunto.

Nada inventarei aqui, pois a história, sendo a reprodução de realidades vividas e objetivas, não se forja assim de repente. Consultarei autoridades antigas, historiadores sérios, católicos, protestantes e até o próprio Lutero.

A católicos e protestantes muito se aproveitará a leitura destes textos. Para os primeiros ele será um relâmpago e para os segundos, um trovão. O relâmpago projeta claridade, o trovão faz tremer os mais valentes. Precisam os católicos de luz, para se precaverem contra o erro protestante; os protestantes necessitam de trovão, para acordarem do sono dos seus ensinos falhos.

Eis-nos perante uma destas conclusões, verdadeiro dilema: ou Cristo é mentiroso, ou Lutero é falso, pois ambos, como haveremos de verificar, se contradizem reciprocamente em toda a linha.

Recesso até o dia 20

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Caros amigos e visitantes, estou viajando hoje, às 16h (17h no horário de Brasília) com destino a Montevidéu, no Uruguai. Lá participo (no dia 17 de janeiro) da celebração do Matrimônio de Rosa Clara Elena e meu mui caro amigo e sócio Carlos Nougué.

Deixarei para uma outra data a devida atenção às consequências desta bela e esperada união, que a meu ver fará um grande bem à intelectualidade católica no Brasil(Eles morarão no Brasil).

Devo retornar por volta do dia 20 deste mês de janeiro, se tudo ocorrer como espero e as autoridades policiais não derem uma outra interpretação para a inofensiva erva de tereré que levarei comigo, já que uma semana é um prazo um tanto pequeno para passar longe de meu único vício.

Aos que ficam, o meu abraço e minhas orações. Não se esqueçam da alma deste pobre que vos escreve. Tenham-me sempre em NSJC.

Até a volta.

Pasteur e os Universitários

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Louis Pasteur foi um dos maiores, senão o maior cientista século XIX.

Suas descobertas contribuíram imensamente com a humanidade. Assim foi ele quem demonstrou, para a tristeza de evolucionistas e assemelhados, a impossibilidade da geração espontânea. Foi ele quem elaborou o método da pasteurização do leite, dos vinhos e da cerveja.

Foi também ele quem começou a vacinar rebanhos de animais contra doenças que os dizimavam. Além disso foi Pasteur quem descobriu que muitas pessoas morriam em cirurgias porque os médicos não esterilizavam as mãos e ensinou-os a isso fazer com água e cal, sendo que a partir de então a limpeza das mãos dos médicos é medida que continua sendo feita, salvando-se inúmeras vítimas.

E, talvez, o maior feito cientifico foi a vacina anti-rábica. A raiva condenava à morte atroz quem fosse, por exemplo, mordido por um cão raivoso. Com a descoberta de Pasteur, muitos salvaram suas vidas, e com a vacinação, os cães passaram a não ficar mais raivosos.

No fim de sua vida, o cientista era um nome consagrado pela França e pelo mundo. Foi então que aconteceu um singelo acontecimento:

Voltava Pasteur para Paris, de trem, e, homem de Fé Católica robusta, rezava o seu Rosário. Foi quando alguns jovens universitários entraram no trem.

Vendo-o a rezar com seu terço nas mãos, aproximaram-se dele e começaram a debochar: “aonde já se viu, um velho a rezar o terço” diziam, ou “em plena época de triunfo da ciência já não se concebe uma cena dessas”, ou “certamente o senhor nada conhece das ciências” e, assim por diante.

Pasteur não se alterou e entabulou uma conversa com os jovens. Perguntou-Ihes de onde eram, para onde iam, o que faziam. Diante da resposta que eram futuros cientistas levou a conversa para esse lado e assim chegaram a Paris. Antes de se despedirem disseram que gostariam de se rever. Pasteur logo concordou em se reverem e deu-Ihes o seu cartão de visita.

Ao verem de quem se tratava, os jovens ficaram estupefatos. O cientista lhes dera uma resposta curta e prática de como a ciência verdadeira conduz a Deus e de como a oração é importante, também para um grande cientista como ele.

Oração de Santo Tomás de Aquino para antes dos estudos

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Doutor Angélico    Quem é Deus? – perguntava o pequeno Tomás (ainda com cinco anos), puxando a longa manga do hábito de um venerável monge de Monte Cassino. A resposta convencional não satisfazia o desejo de saber daquele “frade” em miniatura. Seu pensativo silêncio não era de assentimento… E corria para junto de outro religioso: “Frei Mauro, quem é Deus?”
    Este diminuto “monge” era o futuro Santo Tomás de Aquino, Doutor da Igreja que ilumina os firmamentos da Teologia até hoje, com sua inteligência transbordante de Fé.
    Onde foi ele buscar tanto saber? De onde lhe vinha sua memória privilegiada? De quem herdara inteligência tão genial?
    Confessava humildemente Santo Tomás ter aprendido mais em suas longas preces diante do Ssmo. Sacramento do que nos livros de teologia. A oração por ele composta é um reflexo de sua grande despretensão.

    Criador inefável, que, em meio aos tesouros de vossa Sabedoria, elegestes três hierarquias de Anjos e as dispusestes em uma ordem admirável acima dos Céus, que dispusestes com tanta beleza as partes do universo, Vós, a quem chamamos a verdadeira Fonte de Luz e de Sabedoria, e o Princípio supereminente, dignai-Vos derramar sobre as trevas de minha inteligência um raio de vossa clareza. Afastai para longe de mim a dupla obscuridade na qual nasci: o pecado e a ignorância.
    Vós, que tornais eloqüente a língua das criancinhas, modelai minha palavra e derramai nos meus lábios a graça de vossa bênção.
    Dai-me a penetração da inteligência, a faculdade de lembrar-me, o método e a facilidade do estudo, a profundidade na interpretação e uma graça abundante de expressão.
    Fortificai meu estudo, dirigi o seu curso, aperfeiçoai o seu fim, Vós que sois verdadeiro Deus e verdadeiro homem, e que viveis nos séculos dos séculos.
    Amém.

Aprendendo com Pe. Pio

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Um de seus filhos espirituais tenta confortá-lo com relação às perseguições a que ele era vitima, dizendo: “Pai, perdoai-lhes, eles não sabem o que fazem”. Padre Pio respondeu: “Desgraçadamente eles sabem o que fazem”.

Que pancada! E é exatamente assim que vejo em geral os religiosos de hoje, não agem de boa Fé, por simples ignorância, eles combatem mesmo a Verdade. Que tristeza!

Pio XII e o Apostolado leigo

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Ao denunciar os erros, desvios, absurdos cometidos pelo clero modernista, sigo a orientação do grande D. Guéranger: “Há no tesouro da revelação pontos essenciais, que todo cristão, em virtude do seu próprio título de cristão, necessariamente conhece e OBRIGATORIAMENTE HÁ DE DEFENDER”. Estou ainda acobertado pelo cânon 1325, que no seu § l°, obriga aos fiéis Cristãos a confessar publicamente a sua fé, e pelos apóstolos que diziam que não podemos deixar de falar: NON POSSUMOUS NON LOQUI.
Dessa forma apresento a todos um belíssimo texto do grande Papa de nosso século, Pio XII. Creio que seja exclusivo na internet em português.
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Sempre houve na Igreja de Cristo um apostolado dos leigos. Santos como o Imperador Henrique II; Estêvão, o criador da Hungria católica; Luís IX de França, eram apóstolos leigos, se bem que, no início, não se tenha sido cônscio disto, e que o termo apóstolo leigo ainda não existisse naquela época. Mulheres também, como Santa Pulquéria, irmã do Imperador Teodósio II, ou Mary Ward, eram apóstolos leigos.
Se hoje em dia esta consciência é despertada, e se o termo apostolado leigo é um dos mais empregados quando se fala da atividade da Igreja, é porque a colaboração dos leigos com a hierarquia nunca foi necessária até este ponto, nem praticada de maneira tão sistemática.
Essa colaboração traduz-se em mil formas diversas, desde o sacrifício silencioso oferecido pela salvação das almas, até à boa palavra e ao exemplo que força a estima dos próprios inimigos da Igreja, até à cooperação nas atividades próprias da hierarquia, comunicáveis aos simples fiéis, e até às audácias que se pagam com a vida, mas que só Deus conhece e que não entram em nenhuma estatística. Talvez que este apostolado leigo oculto seja o mais precioso e o mais fecundo de todos.
O apostolado leigo tem, aliás, como qualquer outro apostolado, duas funções: a de conservar e a de conquistar, ambas se impõem com urgência à Igreja atual. E, para o dizermos bem claramente, a Igreja de Cristo não cogita de abandonar sem luta o terreno ao seu inimigo declarado, o comunismo ateu. Este combate será prosseguido até o fim, mas com as armas de Cristo!
Pode-vos embora com uma fé ainda mais forte que a de São Pedro quando, ao chamado de Jesus, largou a sua barca e marchou sobre as águas para ir ao encontro do seu Senhor.
Durante estes anos tão agitados, Maria, a Rainha gloriosa e poderosa do céu, tem feito sentir nas mais diversas regiões da terra a sua assistência de maneira tão tangível e maravilhosa, que lhe recomendamos com confiança, ilimitada todas as formas do apostolado leigo.
Em penhor da força e do amor de Jesus Cristo, que se difundem também no apostolado leigo, concedemos a todos os que aqui vieram, e aos que trabalham no mundo inteiro, a Nossa paternal bênção apostólica(‘).
(1) Normas do Sumo Pontífice Pio XII, aos Participantes do II Congresso Mundial para o Apostolado dos Leigos, 5 de outubro, 1957.

Padres inventores

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Vire e mexe encontro algum maluco afirmando que a Igreja sempre foi um entrave para o progresso da humanidade e besteiras desse jaez. Espero que essa pequena compilação faça algum bem às almas e inteligências dos que ainda tem essa idéia distorcida e estão de boa fé.

Descendo das alturas teológicas e filosóficas para o campo das ciências e das descobertas, os padres ocupam, de novo, o primeiro lugar.

Entre centenas, citemos os mais conhecidos:

Os padres Oton e Ardoíno inventaram o alfabeto.

O padre Rogério Bacon inventou o telescópio.

O padre Zeucchi aperfeiçoou-o, em 1652.

O padre Humberto, o grande, inventou a bússola.

O padre Flávio, de Nápoles, aperfeiçoou-a.

O padre Tiago, de Vitry, aplicou-a à navegação.

O padre Cassiodoro, em 505, inventou o relógio.

O Papa Silvestre II fez o primeiro relógio de rodas.

O padre Pacífico, de Verona, inventou o relógio de bolso.

O padre Welogord, em 1316, fez o primeiro relógio astrológico.

O padre Alexandre Spina, dominicano, no 13º século, inventou o óculos.

O padre Magnon inventou o microscópio.

O padre Embriaco descobriu o hidro-cronômetro e o sismógrafo.

O padre Bertoldo Schwartz inventou a pólvora.

Dom Galeno, bispo de Munster, descobriu as bombas.

São Boaventura a teoria da termodinâmica.

Os padres Lona e Becaria descobriram as leis da eletricidade.

O padre Secchi, jesuíta, descobriu a análise espectral.

O padre Procópio Divisch, em 1759, descobriu o pára-raios, e não Franklin, que fez apenas aplicá-lo à proteção das casas.

O santo padre Beda descobriu as leis das marés.

O padre Gilbert introduziu os algarismos arábicos.

O padre Guido d’Arezzo inventou as notas musicais.

O padre José Joaquim Lucas, brasileiro, inventou o melógrafo, ou modo de escrever as notas e sinais que correspondem à escrita musical.

O padre Alberto, saxonio, imaginou as leis da navegação aérea.

O padre Bartolomeu de Gusmão, em 1720, fez a aplicação destas leis aos aerostatos, 60 anos antes de Mongolfier.

O padre Amaro, monge, foi o desenhador da célebre carta marítima, em 1456, que inclinou Colombo às suas explorações.

O padre Gauthier, em 1753, aproveitando as experiências de Papin, Dickens, Watt, inventou o moderno funcionamento da navegação.

O padre Nollet inventou as máquinas elétricas e descobriu a eletricidade nas nuvens.

O padre Raul, vigário de Sfax, é o verdadeiro inventor do submarino moderno.

Um padre dominicano, italiano, é o inventor das máquinas de compor, ou linotipia.

Os padres jesuítas são os descobridores do gás.

O padre Duen fundou, em 1715, a primeira fábrica de gás.

Foi um padre brasileiro quem inventou a máquina de escrever.

O padre Painton inventou a bicicleta, em 1745.

O padre Barrant, monge, descobriu o freio das locomotivas.

O padre cavalieri, jesuíta, inventou a policromia.

O bispo Regiomontanos, de Ratisbona, descobriu a teoria da imobilidade do sol e do movimento da terra em redor dele (em 1470). Isto é, 10 anos antes do padre Copérnico.

O padre Copérnico, polaco, achou o duplo movimento dos planetas sobre si mesmos e em volta do sol.

Os padres Ponce e Epée, beneditinos, estabeleceram o método da educação dos surdos-mudos, etc., etc…

O padre J. B. de La Salle foi o primeiro a fundar escolas livres.

O padre Fegenece foi o primeiro a praticar a gravura nas vidraças.

O cardeal Mezzofanti foi o maior conhecedor de línguas do século passado.\nO bispo Virgílio, de Salzburg, foi o descobridor da existência dos antípodas.

O padre Alberto Magno, dominicano, descobriu o zinco e o Arsênico.

O cardeal Régio Fontana inventou o sistema métrico.

O padre Lucas de Borgo é o inventor da Álgebra.

A Igreja Católica é a segura

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Quando a voz da paixão se cala, também os hereges confessam que a verdadeira fé está na Igreja Católica, porque ela é infalível e ensina o que ensinou Jesus aos Apóstolos. Em Brenton, pequena cidade do baixo Palatinado, encontrava-se ferida de mortal doença uma mulher já avançada em anos, a mãe de Melanchton, primeiro discípulo de Lutero.

De quando em quando, como que aterrorizada por espantosa visão, arregalava os olhos e olhava aleatoriamente em roda inquieta; e, com uma aflição crudelíssima, que mais a oprimia do que propriamente a moléstia, a enferma suspirava.

Melanchton, que não a abandonava um instante, dirigia-lhe palavras de conforto. Em vão!… As suas palavras antes aumentaram as aflições da enferma, que, fazendo um esforço vigoroso e fitando piedosamente Melanchton, exclama: Oh! Dize-me, dize-me, suplico-te: como devo eu morrer para me salvar? Não me cales, meu filho, a verdade; nem seja por culpa tua que a tua mãe se venha a perder para sempre! Melanchton então disse: Ah! Minha mãe, a doutrina da reforma é mais cômoda para nela se viver, mas para morrer é a católica certamente mais segura.

Bilocação de Padre Pio

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Como muitos me pediram mais informações sobre a bilocação de Padre Pio na cidade de Salto, no Uruguay apresento aqui algo bem resumido da história. Creio que seja inédito um texto sobre este caso em língua portuguesa na internet.

Monsenhor Damiani, Vigário Geral da Diocese de Salto no Uruguay, mantinha este diálogo em 1930 com seu amigo o Padre Pio: “Gostaria muito de morrer aqui para que me assista em meus últimos momentos”. Respondeu-lhe Padre Pio: “Não, o senhor morrerá no Uruguay”. “E o senhor irá ajudar-me a morrer bem?” Padre Pio pensou um pouco e respondeu-lhe: “Naturalmente”.

Durante essa mesma viajem, pela manhã, Monsenhor Damiani teve um ligeiro ataque cardíaco e na mesma hora pediu que fossem em busca de seu amigo. Mas como estava confessando, o capuchinho não o pode socorrer. Quando este subiu pelo meio-dia, o prelado lhe disse suavemente: “Capuchinho,  por que não veio quando o mandei chamar?, podia ter morrido”. “Homem de pouca fé, não lhe disse que morrerá no Uruguay?”. E vejamos agora o fim da história, contada en 1942 pelo R. P. Antonio M. Barbieri, Arcebispo de Montevidéu: “Em 1942, na véspera das bodas de prata sacerdotais do Bispo de Salto, Monsenhor Alfredo Viola, que reunia na Casa Episcopal o Delegado Apostólico e cinco prelados, fui acordado a meia-noite por um golpe dado na porta de meu quarto. Ao entreabri-la, vi passar um capuchinho e ouvi uma voz que me susurrava: ‘Vá ao quarto de Monsenhor Damiani, está morrendo’. Vesti a batina, acordei a alguns sacerdotes e fomos ao quarto do Monsenhor. Sobre a mesa, a noite havia uma folha de papel com umas palavras escritas a mão: ‘Padre Pio veio’ (o Arcebispo conserva este testemunho). Quando fui a Itália e vi o Padre Pio, lhe perguntei: ‘Padre, era o senhor o Capuchinho que eu vi na noite em que morreu Monsenhor Damiani?’. O Padre pareceu confuso, não me pareceu que tivesse sido fácil para ele negar. Como não insisti ele seguiu guardando silêncio. Eu me pus a rir dizendo: ‘Já compreendo’. Então o padre moveu a cabeça e disse: ‘Sim, você compreendeu’.

Mais detalhes, em espanhol: http://www.radicalmedianetworks.com/webs/aurora/salto.htm